Declarações de Lula levam estrangeiros a retirarem R$ 3 bi da Bolsa.

Créditos da reportagem: Redação Oeste.

Foto Joédson Alves/Agência Brasol

“Na última semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assustou o mercado financeiro”. (Fonte: Redação Revista Oeste).

Com declarações contra o mercado financeiro, a debandada bilionária de capital estrangeiro na B3 foi inevitável.

Conforme registros a retirada chegou a mais de R$ 3 bilhões, em um único dia.

Além da saída de capital estrangeiro, também na quarta-feira, o dólar fechou cotado a R$ 5,40.

Nessa mesma semana, o empresário Rubens Ometto, mostrou sua insatisfação com a “sanha arrecadatória” do atual governo federal.

Empresário Rubens Ometto critica “sanha tributária” do governo Lula.

Créditos da reportagem: Redação Oeste.

Empresário Rubens Ometto, presidente da Cosan | Foto: Divulgação/Fórum Esfera Brasil

O presidente da Cosan, o empresário Rubens Ometto, é mais um dos muitos empresários brasileiros a abandonar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Durante o Fórum Esfera Brasil, Rubens Ometto, discursou, e se queixou, de forma enfática, sobre a forma voraz da arrecadação do governo federal.

“Vão mudando as regulamentações para arrecadar mais”.

“Sai a lei de um jeito e depois eles soltam normas para te morder, para te autuar”. Foram algumas frases ditas pelo empresário, que foi aplaudido de pé.

Eu também aplaudiria. Passou a ser meu herói.

Real e Bolsa brasileira apresentam piores desempenhos do mundo.

Créditos da reportagem: Redação Oeste.

Foto: Divulgação/Pixabay

Com a crescente piora fiscal do Brasil a Bolsa do país e o real amargam o pior desempenho entre as principais economias do minda em 2024.

Enquanto os índices globais, em sua maioria, registram valorização, o ibovespa acumula queda de mais de 10%.

A desvalorização do real perante ao dólar já acumula uma baixa de cerca de 10%, em 2024.

As perspectivas, com incertezas fiscais, não são de um futuro melhor.

A taxa de juro contribui para o péssimo desempenho da bolsa e do real, com perspectivas de continuar a subir, com uma subida também da inflação.

“É nítido que o ajuste fiscal colapsou”, diz presidente da Febraban.

Créditos da reportagem: Redação Oeste.

O presidente da Febraban, Isaac Sidney | Foto: Beto Nociti/BCB

O presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney, disse que o ajuste fiscal “colapsou”.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Isaac Sidney afirma que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, precisa de apoio de dentro e fora do governo.

“É nítido que a agenda de ajuste fiscal, pelo lado das receitas e do aumento de carga tributária, colapsou”, afirmou Sidney ao Estadão.

Mais precisamente o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, vai precisar, fora do governo, o apoio do Congresso e do empresariado, para enfrentar cortes e desindexação de gastos públicos.

As declarações do presidente da Febraban, que são importantes, vêm só corroborar a sensação que muitos já sabiam, o que começa errado, tem tudo para terminar errado, e pode até piorar o que já não era bom.

STF tem interesse zero em milícia digital petista.

Créditos da reportagem: Redação Oeste.

Ministro Alexandre de Morai em sessão no Tribuna Superior Eleitoral | Foto: Alejandro Zambraia/SECOM/TSE

O inquérito da “Milícias digitais”, que já perdura desde junho de 2021, que deveria ter acabado em 90 dias, conforme nossas leis penais, que foi prorrogado pela décima-primeira vez, continua assombrando a todos, mesmo quem acha que não vai ser pego, não tem como garantir o salvo conduto.

Não existe nenhum precedente ou paralelo parecido em alguma democracia, no mundo civilizado.

Sabemos, todos nós, que não existe o crime de “milícia digital”, então como condenar alguém por um crime que não existe? O fato é que não se conseguiu, até hoje, condenar legalmente ninguém.

Mas o que torna esse inquérito ainda mais ilegal, para dizer o mínimo, é o seu interesse ideológico e persecutório, onde apenas um lado político é investigado, não precisando de muita coisa para ser julgado e condenado.

Referências:

Fonte: Revista Oestehttps://revistaoeste.com/