PGR recorre da decisão de Toffoli que beneficiou Marcelo Odebrecht.
Créditos da reportagem: Cristyan Costa.

O ministro Dias Toffoli, durante a sessão no STF | Foto: SCO/STF
No mês passado, 21 de maio, Dias Toffoli anulou todas as condenações do empreiteiro Marcelo Odebrecht, no âmbito da operação Lava Jato.
Isso não pegou bem, para se falar o mínimo. Quem, em sã consciência pode entender um absurdo desse? Nem imagino.
Pois bem, hoje, 04 de junho, o procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, recorreu dessa decisão.
Gonet pediu a Toffoli para reconsiderar o entendimento, que anulou todos os atos ou submeter o caso ao plenário da Corte. Gonet afirma que a delação premiada de Marcelo Odebrecht foi celebrada na PRG. Os termos não foram declarados ilegais e foram homologados pelo STF, e não pelo Juízo de Curitiba.
No momento Toffoli tem 3 opções: acatar a decisão, negar o recurso ou submeter à Segunda Turma.
Aguardemos cenas do próximo capítulo.
Pacheco acha bastante razoável taxação de compras até US$ 50.
Créditos da reportagem: Rute Moraes.

Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado
O presidente do senado, Rodrigo Pacheco, só pode estar de brincadeira em defender a taxação com alíquota de 20% aprovada pela Câmara.
A fala é sobre o projeto de Lei (PL) 904/2024, que na verdade é sobre o Programa Mobilidade Verde e Inovação, mas tem, o que no jargão político costuma-se dizer, um “jabuti” dentro do PL, que é a taxação.
Meus amigos, não sei se isso acontece em outras democracias, mas aqui no Brasil é o tempo todo, isso para mim é uma tremenda sacanagem, uma afronta. Haja “jabutis”.
Relator do Senado retira taxação das “blusinhas” de projeto.
Créditos da reportagem: Rute Moraes.

Foto: Saulo Cruz/Agência Senado
Em contrapartida, o relator do Projeto de Lei (PL) 904/2024, Rodrigo Cunha, retirou, do texto, a taxação, o “jabuti”.
Esse projeto trata de incentivos à modernização de veículos, Programa Mobilidade Verde e inovação, que não tem nada a ver com taxação de compras em sites “chineses”.
O projeto chegou a Câmara do Deputados, na sua forma original, sem o “jabuti”. Mas foi incluído pelo relator da Câmara dos Deputados, Átila Lira (PP_AL) e foi aprovado, e agora no Senado retirado.
Mais sobre o Rio Grande do Sul.
Créditos de reportagem: Redação Oeste.

Foto: Divulgação/MP-RS
Ministério Público investiga se políticos desviaram doações ao RS. Secretário municipal e vereador são suspeitos.
Com operação realizada nesta terça-feira, 4, na cidade de Palmares do Sul, tais funcionários públicos são investigados.
A mulher do vereador também estaria envolvida. Segundo o MP os criminosos desviam doações para cidadãos específicos em troca de votos nas eleições municipais deste ano.
Pensa que foi só nesse município? Desvios também teriam acontecido em Eldorado do Sul. Três agentes da Defesa Civil foram alvos. Dois deles são pré-candidatos nas eleições municipais. O povo fazendo de tudo para ajudar as vítimas do Rio Grande do Sul, e temos políticos, e quem ainda não é, mas já está aprendendo a ser, fazendo a festa. Esse é o nosso Brasil.
Polícia Federal indicia família Mantovani no caso Alexandre de Moraes.
Créditos da reportagem: Cristyan Costa.

Família Mantovani no aeroporto de Roma |Foto: Reprodução/Rede Sociais
Mesmo a PF, em fevereiro, no relatório final, não ter indiciado ninguém, alegando que não há elementos suficientes para tal.
Mesmo sem nenhum novo elemento ter sido incluído, ou simplesmente “aparecido”.
Mas houve troca de delegado no caso, sai Hiroshi Sakaki, entra Thiago Severo de Rezende.
Para Rezende houve crime de calúnia agravado por ter sido praticado contra um funcionário público. Mesmo sem provas, pois os vídeos não possuem som, pelo menos os que vieram a público, nem sabemos se existem outros, ou seja, tudo muito sigiloso e para quê? Porque não se prova de uma vez de forma clara e transparente.
Para tanto a defesa da família Mantovani volta a pedir, novamente, acesso as imagens do aeroporto.
Referências:
Fonte: Revista Oeste – https://revistaoeste.com/
